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Novamente Geografando

Este blog recolhe e organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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Borboletas feitas de latas

Mäyjo, 31.10.16

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LATAS GANHAM NOVA VIDA COMO BORBOLETAS

 

A VIDA DOS NÓMADAS DO NORTE DA RÚSSIA, ONDE A TEMPERATURA CHEGA AOS -45ºC

Mäyjo, 30.10.16

Chukotka 10

Um lugar perdido no mundo 

 

 

DESCARGAS ILEGAIS ESTÃO A POLUIR O RIO ALMONDA, EM TORRES NOVAS

Mäyjo, 29.10.16

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A denúncia é feita pela Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, que alerta para o facto de estarem a ser feitas continuamente descargas ilegais na Ribeira da Boa Água, afluente do Rio Almonda, sem intervenção por parte das autoridades.

 

A situação é conhecida localmente no concelho de Torres Novas, com várias denúncias registadas desde o ano passado, que levaram a acções de fiscalização por parte do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Todas estas entidades detectaram problemas graves de poluição no Ribeiro do Serradinho e na Ribeira da Boa Água, afluente do Rio Almonda, no concelho de Torres Novas, mas até hoje a situação continua por resolver.

Alegadamente, a empresa Fabrióleo é apontada como a responsável pelas descargas ilegais de águas residuais, provocando segundo a Quercus “forte contaminação do Ribeiro do Serradinho com efeitos na degradação da qualidade da água das linhas de água a jusante da unidade fabril, nomeadamente da Ribeira da Boa Água até ao Rio Almonda.” O uso destas linhas de água está assim a ficar comprometida para a agricultura, para além das consequências negativas no ambiente e na saúde da população torrejana.

Em Setembro de 2015, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu um Mandado à Fabrióleo, que determinou a suspensão imediata da licença de descarga e a proibição de descargas na linha de água. No entanto, as descargas continuaram. Na mesma altura foi também levantado um Auto de Embargo devido a obras realizadas em domínio hídrico e destinadas à ampliação da ETAR da unidade fabril, sem que existisse licença de construção. A Quercus avança que “as obras continuaram em crime de desobediência e houve participação ao Ministério Público, contudo a situação continua por regularizar.”

No local é neste momento visível “águas oleosas estagnadas, de cor alaranjada, a jusante da ETAR da Fabrióleo, enquanto que a montante do terreno da empresa a linha de água encontrava-se sem quaisquer vestígios de descargas de efluentes.”

Para a Quercus, as “entidades públicas têm adiado a tomada de decisões firmes”, apelando assim ao Governo, nomeadamente ao Ministério do Ambiente, ao Ministério da Economia e ao Município de Torres Novas, que sejam tomadas medidas urgentes para resolver esta situação.

Paralelamente, a associação ambiental associa-se também à petição pública “Salvemos a Ribeira da Boa Água”, criada pelas populações locais. 

ESTAMOS A LEVAR MAIS DE 300 ESPÉCIES DE MAMÍFEROS À EXTINÇÃO, GRAÇAS AOS NOSSOS HÁBITOS ALIMENTARES

Mäyjo, 28.10.16

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Mais de 300 espécies de mamíferos, desde chimpanzés, hipopótamos e morcegos, estão a ser comidas até à extinção pelo Homem, de acordo com um estudo internacional agora lançado sobre o comércio de carne de animais selvagens.

 

O comércio de carne de animais selvagens é pratica comum antiga para populações rurais espalhadas pelo mundo. Mas à medida que as malhas do desenvolvimento se apoderam destas zonas, a carne destes animais está a deixar de ser um meio de sobrevivência, para ser visto como um negócio lucrativo, deixando a pouco e pouco estes locais desprovidos de toda e qualquer vida selvagem.

estudo agora publicado na revista Royal Society Open Science alerta exactamente para esta realidade: se não forem tomadas medidas urgentes para contrariar esta situação, a extinção de algumas destas espécies levará ao colapso do sistema que suporta a alimentação destas populações.

Os investigadores guiaram-se pela “lista negra” da International Union for Conservation of Nature’s (IUCN) para identificarem quais as espécies em vias de extinção, como consequência da caça para alimentação. Pelo cruzamento de dados, descobriram que 301 espécies, ou seja 7% de todos os mamíferos terrestres avaliados pela IUCN e cerca de um quarto dos mamíferos em vias de extinção, estão em perigo.

“Há uma imensidão de coisas ruins que afectam a vida selvagem, actualmente. A degradação e perda de vida selvagem sobressaem, mas temos também de prestar atenção ao colossal impacto que a caça de carne de animais selvagens provoca no ambiente”, esclarece David Macdonald, responsável por esta equipa de investigação, ao The Guardian.

“O número de caçadores envolvidos neste esquema aumentou, e a penetração das redes rodoviárias para os lugares mais remotos é tal que se torna impossível controlar. O que antes era apenas um coelho na panela de uma família na zona, torna-se agora algo comercialmente apetecível. Nos Camarões, só para dar um exemplo, ao amanhecer é possível ver uma imensa fila de táxis saindo para as áreas mais remotas destes locais, para regressarem ao fim do dia carregadas de carne de animais selvagens, para vender na cidade mais próxima”, alerta David.

É bastante difícil contabilizar a verdadeira dimensão global do comércio de carne de animais selvagens. Números de 2011, do Center for International Forestry Research, estimavam que perto de 6 milhões de toneladas de animais eram “recolhidas” todos os anos. Outro estudo indicava ainda que perto de 89 mil toneladas de carne, com um custo aproximado de $200m, eram retiradas todos os anos da selva da Amazónia. Esta carne é traficada para o exterior, com umas impressionantes 260 toneladas de carne a serem apreendidas todos os anos, apenas no aeroporto de Charles de Gaulle, em Paris.

Foto: Carl de Souza/AFP

 

HUACHACHINA: UM OÁSIS NO MAIS SECO DESERTO DO MUNDO

Mäyjo, 27.10.16

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Um oásis peruano

 

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